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Quinta-feira, Setembro 17, 2009
Oi Futuro Ipanema
LMC Gerenciamento - trabalho finalizado - 8 meses de labor
Inaugurado nesta terça - 15 de Setembro de 2009 -
+arquitetura+música...
Projeções Vik Muniz
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Sábado, Setembro 08, 2007
Em Belo Horizonte
arquitetura+música
Praça Sete - Centro - BH
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Novas músicas que escutei nestes dias...
Grand Hotel Ouro Preto 1938
assinado por Oscar Niemeyer
hall interno
Vista da varanda do quarto
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Sábado, Fevereiro 24, 2007
Cozinha para família de 4 pessoas.
Outras cozinhas virão... outros sons serão ouvidos neste ano.
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Quarta-feira, Março 08, 2006
Maquete arquitetônica - Ed. Glória - Centro - Rio de Janeiro
Escritório Studio 101 - Projeto vencedor da premiação anual do IAB - 2005
Intervenção-acréscimo no PVI - PLUGUES DE VIDRO
Revitalização do interior do edifício
FOTOS VI BIENAL DE ARQUITETURA
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Terça-feira, Novembro 22, 2005
maquete Bridge of Life Museum Frank O Gehry
Depois de um bom tempo sem postar... Renovo as minhas esperanças e continuo firme em meus propósitos...
Esta maquete é um bom exemplo e resumo da situação indefinida e animada que marcaram este tempo de silêncio.
Continuo projetando por música, e agora construindo maquetes e lecionando, aprendi um pouco mais sobre legislação edilícia, muitos estudos preliminares, e enfim, a arquitetura e suas peculiaridades, aos poucos, constroem uma estrada pavimentada.
Voltamos para ficar...
planta Bridge of Life Museum Frank O Gehry
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Quarta-feira, Julho 28, 2004
A1. Estrutura Funcional
Usuários:
·Comunidade:
-Fixa : Músicos; estudantes de música e dança;
-Móvel : Moradores da área, usuários do Centro da cidade, estudantes, turistas, grupos de visitantes, etc.
-
·Corpo Docente:
-Professores : música, dança, fabricação de instrumentos, teatro.
-
·Corpo Discente:
-Estudantes .
-
·Corpo Administrativo:
-Diretores;
-Assessores;
-Auxiliares administrativos.
-
·Corpo de Apoio:
-Serventes e seguranças.
-
A2. Atividades e Demanda de Espaços
Demanda de espaços por grupos de atividades:
- ESCOLA DE MÚSICA
Escola de Música
Música e artes.
ESPAÇOS : Salas de música e canto, oficinas de luthier, salões de dança, auditórios, estúdios de gravação, laboratórios multimídia com acervo eletrônico e biblioteca.
Cursos de iniciação musical
Música e artes.
ESPAÇOS : Biblioteca e salas informatizadas.
Administração
ESPAÇOS : Salas administrativas e depósitos.
Área técnica e Serviços
ESPAÇOS : Área técnica e depósitos.
- CENTRO DE CONVIVÊNCIA
Convivência
ESPAÇOS : Praça, ¿Rampas Musicais¿, Níveis modeladores, Passeio musical, anfiteatro, equipamentos interativos, biblioteca.
Serviços
ESPAÇOS : Restaurante e lojas.
- CENTRO RESIDENCIAL
Convivência
ESPAÇOS : ¿Pracinha¿ e salas de convívio ( tv, música, leitura e internet) ;
Alojamento
ESPAÇOS : Apartamentos (capacidade máxima: duas pessoas)
Administração
ESPAÇOS : Salas administrativas e depósitos.
Área técnica e Serviço
ESPAÇOS : Área técnica e depósitos.
- CENTRO DE EXPERIMENTAÇÃO MUSICAL
Centro de Cultura
ESPAÇOS : Teatro central, salas, oficinas, memória e área de exposições, camarins;
Área técnica e Serviço
ESPAÇOS : Área técnica e depósitos.
- PAVILHÃO MULTI
Centro de Integração
ESPAÇOS : Salas de reuniões, auditórios, estúdios de gravação, área de exposições, cinemas;
Administração Central
ESPAÇOS : Salas administrativas e depósitos.
Área técnica , Apoio e Serviço Central
ESPAÇOS : Área técnica, depósitos, refeitório, vestiários, cozinha, carga e desgarga, segurança .
A3. Quadro de Espaços por Atividade
NÚCLEO
Centro Residencial
ATIVIDADES ESPAÇOS ÁREA ESTIMADA
Lavanderia/Rouparia 1 Sala 50 m²
Secretaria 1 Sala 30 m²
Segurança 1 Sala 12 m²
Hall de acesso exclusivo - 100 m²
Apoio Copa 12 m²
Banheiros+especial 2 x 25 m²
Apartamentos Sala, quarto,banheiro e cozinha 35 m²
DML 1 sala 12 m²
Salas de convívio 2 Salas múltiplo uso 2 x 60 m²
Apoio Banheiros+especial (B1 E B2) 2 x 15 m²
NÚCLEO
Centro de Convivência
ATIVIDADES ESPAÇOS ÁREA ESTIMADA
Convivência Lojas de usos afins, 500 m²
Restaurante Cozinha Industrial / Salão 55 m² / 150 m²
Apoio Banheiros+especial (B3 E B4) 2 x 25 m²
Terraço descoberto Área Livre descoberta 100 m²
NÚCLEO
Escola de Música
ATIVIDADES ESPAÇOS ÁREA ESTIMADA
Direção 1 Sala 50 m²
Assessoria 1 Sala 9 m²
Coordenação 1 Sala 30 m²
Sala de Professores 1 Sala 50 m²
Informática 1 Sala 20 m²
Secretaria 1 Sala 30 m²
Segurança 1 Sala 12 m²
Hall de acesso - 200 m²
Apoio Copa 12 m²
Banheiros+especial 2 x 25 m²
Escola de Música 4 Salas ¿ Cordas, Percussão, Teclado, Sopro (S1 E S2)4 x 25 m²
Escola de Luthiers 3 Oficinas ¿ Arte e Pintura (OF1, 0F2 E 0F3)3 x 20 m²
Escola de Dança 2 Salões (S3 E S4) 2 x 60 m²
Apoio Banheiros+especial (B1 E B2) 2 x 15 m²
Iniciação Musical
6 Salas , 2 Laboratórios,(salas múltiplo-uso), biblioteca básica 4 x 40 m², 2 x 35 m²,1 x 55 m²
Apoio Banheiros+especial (B1 E B2) 2 x 15 m²
Estúdios de Gravação 2 Salas, 1 Laboratório 1 x 50 m²2 x 50 m²
Biblioteca Recepção / Sala de Estudo 110 m²
Acervo 40 m²
NÚCLEO
Centro de Experimentação Musical
ATIVIDADES ESPAÇOS ÁREA ESTIMADA
Recepção/Ingressos 1 sala 150 m²
Área de exposições 1 sala 150 m²
Segurança 1 sala 12 m²
Hall de acesso exclusivo - 100 m²
Apoio Copa 20 m²
Banheiros+especial 2 x 25 m²
Teatro 1 auditório reversível 300 m²
Camarins c/ banheiros 4 salas 30 m²
Salas de ensaio 2 salas 2 x 100 m²
Apoio Banheiros+especial (B1 E B2) 2 x 15 m²
NÚCLEO
Pavilhão Multi
ATIVIDADES ESPAÇOS ÁREA ESTIMADA
Direção Geral 1 sala 50 m²
Assessorias 4 salas 20 m²
Coordenação 1 sala 30 m²
Sala de Reuniões 1 sala 50 m²
Informática, Arquivo, Xerox 1 sala 20 m²
Secretaria 1 sala 30 m²
Segurança 1 sala 12 m²
Hall de acesso - 150 m²
Apoio Copa 12 m²
Banheiros+especial 2 x 25 m²
Auditórios/ cinemas 2 Salas 2 x 170 m²
Apoio Banheiros+especial 2 x 25 m²
Exposições (salas múltiplo-uso) 4 x 50 m²
Apoio Banheiros+especial 2 x 15 m²
Estúdios de Gravação 4 Salas, 1 Laboratório 1 x 50 m² / 2 x 50 m²
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Segunda-feira, Julho 19, 2004
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Quinta-feira, Julho 08, 2004
"AS PEDRAS"
As pedras clamarão, se nos calarmos a respeito do bem, ou se fecharmos nossa boca com relação aquilo que acreditamos ser correto..
As "pedras" estão colocadas na entrada do
Cidade da Lapa , como objetos memoriais, para serem tocadas, vistas, sentidas, para que nunca nos esqueçamos, que enquanto seres vivos podemos experimentar, cantar, dançar, falar, gritar, enlouquecermos de prazer com as dádivas de Deus, das quais, temos na música uma grande casa que nos abriga, um lugar que podemos vivenciar possibilidades sem fim...
As "pedras" são monolítos-chamfrados-interagíveis, cada um composto por um material distinto: pedra, ferro, madeira, vidro, acrílico e etc.
Os materiais representam a apropriação de novas técnicas construtivas no decorrer do tempo, tais elementos processados de matérias-primas naturais ou não, nos falam do quanto vale a pena estar vivo,de como é bom poder usá-los no meu trabalho e estudo (fazendo arquitetura),e como é bom gritar (e não me calar) para todo o mundo ouvir: eu gosto de viver.
[Muito obrigado, Senhor, por mais este dia. Amém].
"FAZER MÚSICA"
A idéia de criar relações entre música e arquitetura reafirma o compromisso da arquitetura e do urbanismo de produzir espaços e objetos mais "reconhecíveis" pelos fruidores do espaço.
Aplicação destes conceitos deve-se a importância da música como expressão, em todos as manifestações humanas, e nas mais variadas culturas.
Da metrópole ao sertão, a música é o instrumento cultural da diversidade, que caracteriza as diferenças sócio-culturais.
No contexto do bairro da Lapa, os contrastes sócio-culturais e espaciais sugerem uma musicalidade de justaposições no tempo e sobreposições no espaço, que formam a paisagem histórica para a implantação de
objetos arquitetônicos com vocação musical . Sendo assim, assumidas as "contradições e complexidades" do fato urbano [ Aldo Rossi vive ! ], buscamos a convergência musical num só lugar. Alcançando toda a diversidade de culturas, com o fim proveitoso de gerar, aquilo que nos movimenta :
a música.
A arquitetura eclética dos sobrados e casarões, o skyline do centro da cidade, a implantação urbanística modernista na Esplanada de Santo Antônio; denotam algumas contradições e "pausas" que abrigam eventos musicais, onde estão algumas referências conceituais, técnicas, espaciais e formais para concepção do Cidade da Lapa.
"VIVER MELHOR"
"Para se viver melhor. Em todos os sentidos. A cada momento, dos mais triviais aos mais raros. A arquitetura, a construção, a paisagem, o visível podem nos tirar da lama, permite que nos reconheçamos, nos situa, fala conosco. Até nos causar uma leve euforia, um prazer. Até nos fazer pensar."
Christian de Portzamparc, sobre arquitetura.
A arquitetura, como um objeto de arte, também, tem o poder de produzir sensações e reflexões ao usuário. O objeto arquitetônico, o entôrno, as mudanças de vistas, as cores, as texturas, as formas, os valores de cada elemento, a hierarquização dos espaços, e etc; produzem uma complexidade, que marcam o espaço, assim como os acordes dissonantes - "fora da harmonia" - valorizam uma música . Se estes acordes produzirem uma desarmonia interessante para o "ouvinte", teremos uma música inovadora, e, consequentemente, envolvente, atraente, capaz de transportar o indivíduo para um mundo de descobertas a cada interação, e de interferências mútuas, tanto no comportamento do indivíduo, quanto na representação material e imaginária do objeto com relação ao seu contexto sócio-cultural e urbano.
"TONALIDADE URBANA"
O novo objeto, seus espaços e formas estarão "modulando" para uma tonalidade ( paisagem ) urbana que requalifica a área dos Arcos da Lapa, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Agregando valores em usos, em possibilidades técnicas construtivas (e musicais), em interações com os usuários, em conceitos específicos, em significados históricos e culturais; a idéia permite que o usuário se qualifique culturalmente, além dos padrões existentes em usos monofuncionais focados em música.
Os "espaços" da Lapa são caracterizados pela diversificação humana. Particularmente, ao que se refere à música, a cidade têm sido apropriada por situações da contemporaneidade como, por exemplo: "shows" ao ar livre em bares, músicos populares nas ruas, rádios comunitárias com auto-falantes em postes, músicas nos elevadores e em recepções de consultórios médicos, guitarristas e cantores bolivianos nas praças, e etc. Além dos shows e concertos em praças públicas e espaços livres, como os que acontecem sempre junto aos Arcos da Lapa. Estes eventos musicais, multiplicam as situações urbanas de encontro e sociabilidade que a cada dia se realizam na complexidade dos espaços urbanos e interiores.
"TORRE BAILARINA"
Além do próprio Arcos da Lapa, existem alguns elementos lúdicos verificados na área de projeto, e um deles é: a escadaria de azulejos do artista plástico Jorge Selaròn. A escada liga Santa Teresa a Lapa, e é revestida por cacos de ladrilhos coloridos, formando mosaicos no piso. Junto à escadaria, existem banheiras antigas que funcionam com esculturas, que parecem propor o revocacionamento do antigo em algo criativo e novo.
A ludicidade do Cidade da Lapa, tem como elemento relevante a "torre bailarina". A dinâmica da rampa, que "rodopia" em torno do cilindro, evoca o movimento do corpo de uma bailarina. Como nas caixas de música, naquele espaço, abrem-se as portas para as descobertas musicais.
No caminho, eis que surge uma bailarina a girar, marcando o encontro do homem com a música. Todos os gestos, passos e giros, compõem um desenho. A torre bailarina compõe uma textura diferenciada no espaço, que visa atrair e seduzir o indivíduo, produzindo um interesse por todo objeto arquitetônico.
"OS NÚCLEOS"
Os usos educacionais, culturais, comerciais, residenciais, e de entretenimento, são os pontos focais desta proposta; são os núcleos que formam um objeto arquitetônico multinuclear. Os núcleos são os nós de interligação e articulação, que fazem o objeto se movimentar (cantar e dançar), conforme uma multiforme expressão arquitetônica-musical. O objetivo é que os núcleos ao serem vivenciados , despertem os sentidos, ao ponto de transformar e envolver o indivíduo, confortando-o nas suas tristezas, e renovando as suas alegrias, afim de revelar que: o ser humano é incapaz de viver sem "música".
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Segunda-feira, Junho 28, 2004
[Abrindo um espaço sobre maquetes de interiores]
Olá, Claudia.
Sobre a maquete, pode acessar este blog.
www.maqueteinteriores.blogger.com.br
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Sábado, Junho 26, 2004
CROQUIS CIDADE DA LAPA
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Quarta-feira, Junho 23, 2004
[ÁREA MUSICAL URBANA]
[CIDADE DA LAPA]
A proposta é multifuncional, multinuclear e multimusical, pois é um espaço dedicado à cultura musical com usos diversificados. É música 24 horas por dia, abrigando usos e atividades relacionados à música. Através dos núcleos funcionais, que abrigam eventos e situações diversas serão formalizadas as atividades que traduzem o espírito do lugar, que reafirmam a história musical do bairro, da cidade, do país (sem o apelo preservacionista monofuncional).
A proposta pretende ser um centro de convergência social, cultural, turística, empresarial, tecnológica, de repercussão internacional, focada na música popular e erudita do nosso tempo. O objeto proposto será inserido junto à paisagem dos Arcos da Lapa , centro do Rio de Janeiro, num lote de 7.000m2, terreno atual da Escola de Desenho Industrial da UERJ (Esdi).
A inclusão do projeto no contexto do centro da cidade do Rio de Janeiro (tempo /lugar) e sua expressão física e sócio-cultural, tem por objetivo afirmar a vocação musical eclética existente na cultura local do bairro, fazendo convergir neste espaço a essência do que já existe no entôrno: casas de dança de salão, bares com música ao vivo, Asa Branca, Sala Cecília Meireles, Circo Voador, Museu da Imagem do Som, Escola de Música da UFRJ, Salão Leopoldo Miguez, Fundição Progresso, entre outros espaços dedicados à cultura musical. Os princípios geradores da forma e usos referem-se ao contexto local (amplamente musical), e, também, a elementos de composição musical, tais como: repetição, harmonia, tessitura, contraste, e outros quantos pudermos perceber. Neste movimento somos levados a um passeio musical que nos inspira, nos emociona, nos tira do silêncio (da acomodação), e nos coloca em lugares com uma beleza (des)conhecida, com uma (des)ordem que não conhecemos, mas que podemos experimentar .
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Segunda-feira, Junho 21, 2004
Maquete: primeiros sons da composição